14 agosto 2017

Quarto montessoriano: e como fica o trocador do bebê?

Ambiente Montessoriano | Quarto Montessoriano

Como trocar o bebê em um quarto montessoriano? Afinal, assim como o berço, o trocador também sai de cena no método montessori? O bebê deve realmente ser trocado no chão?  E como fica a coluna da mãe com essas trocas?

No post de hoje, respondo algumas das dúvidas mais comuns das famílias quando pensam em adotar o Método Montessori com seus pequenos. Confira!

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Desde que comecei a falar sobre a criação do quarto montessoriano, uma das perguntas que mais recebo é sobre como resolver a troca de fraldas seguindo o método e como foi essa minha experiência com a minha filha Lorena.

Esse tema já estava anotado na minha agenda há algumas semanas. Mas hoje, quando finalmente consegui sentar para escrever este post, olhem o que encontrei na minha caixa de mensagens:

“ Minha bebê tem 1 ano e 1 mês e dorme no seu quarto em berço tradicional só que estou pensando em colocar o colchão no chão e fazer o quarto montessori. Minha dúvida é: quanto às trocas de fraldas, como fazer? Sempre a troquei no trocador, em cima da cômoda, mas estou me desfazendo dela e não faço a menor ideia como são as trocas nesse estilo de quarto. Como você faz? Troca na caminha? E quanto aos itens para a troca? Estou perdidinha nisso kkk”

Que feliz coincidência, não? 🙂

É realmente um prazer conseguir estabelecer essa conexão tão próxima com as minhas queridas leitoras do blog.  Ajudar famílias na criação do espaço dos seus pequenos é uma honra e uma enorme responsabilidade. É isso o que me alimenta e dá sentido a todo este trabalho.

Por isso, hoje, ao responder a pergunta da Larissa, tentarei responder a todas as demais mensagens recebidas sobre o assunto. De coração, muito obrigada pela participação de cada uma de vocês!

coracao-2Método Montessori e o uso do trocador

Para começar a falarmos sobre o tema, te convido a refletir comigo:  Se a troca de fraldas é uma função essencial no quarto de qualquer bebê, por que quase não se fala sobre o trocador em quartos montessorianos?

Se você buscar informações sobre a criação do quarto montessori para bebês na internet -pode dar um google aí!- verá que a maioria dos textos fala, essencialmente, sobre duas coisas: o colchão no chão e os mobiliários dimensionados para a altura da criança. Mas e o trocador, onde fica nessa história ?

E a resposta para essa lacuna prática é bem simples: Esse silêncio se dá porque não há qualquer evidência de que Maria  Montessori tenha efetivamente se posicionado sobre essa questão (Eu, pelo menos, desconheço. Se alguém encontrar, por favor me avise.).

Se não há qualquer proibição para o seu uso, o que existe, de fato, é uma interpretação baseada em fundamentos importantes do método, entre eles:

  • a adoção da ponto de vista da criança para a criação do espaço, eliminando-se as limitações para o uso autônomo do ambiente; e
  • a preservação do “espaço livre”, com o uso de poucos móveis, a fim de que a criança tenha mais espaço para brincar, aprender, se mover e ser livre.

Daí, naturalmente, verifica-se a retirada do mobiliário trocador dos quartos. Passa a ser indicado, portanto, que a troca aconteça no chão ou na famosa caminha baixa, própria do método.

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Mas então o trocador é proibido? Não, definitivamente não.Mas é realmente recomendável que a troca aconteça no chão. 

E isso se dá em razão do mais importante e convincente argumento quando se fala em espaços para crianças: a segurança do bebê. 

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A SEGURANÇA DO BEBÊ

Você sabia que, do total de crianças menores de um ano internadas na U.T.I. e na unidade de tratamento semi-intensivo por causa de quedas, cerca de 35% caíram de trocadores de fraldas? É o que revela um levantamento feito pela Sociedade Brasileira de Pediatria em um hospital de São Paulo, como eu já contei aqui. 

troca-bebe-chao-toca-lola-13-1Sim, eu sei… Se você ainda não é mãe, pode ser realmente muito difícil aceitar a ideia de que alguém possa deixar um bebê cair de um trocador, não é mesmo?

Mas acredite: essa possibilidade existe e, infelizmente, não é pequena. Em meio ao cansaço e à correria do dia-a-dia, basta um segundo de distração para que um acidente aconteça. 🙁

Nessa reflexão, é importante lembrar ainda que bebês são naturalmente exploradores e que, a partir de três meses, os seus movimentos se intensificam a cada dia- e de uma forma muito rápida!

Assim, um bebê que até ontem não se virava, de uma hora para a outra, pode começar a se virar com uma agilidade impressionante (e sem dar qualquer aviso prévio, como vocês podem imaginar 🙂 )

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Troca 100% segura é troca no chão

O cálculo de risco é simples: Quanto mais alta a queda, maior a intensidade do impacto. Ou seja, um tombo da altura de um trocador padrão (90 cm), com cerca de duas vezes o tamanho do bebê, poderá ocasionar uma grave lesão, ou, até mesmo, um dano fatal.

Por tudo isso – e independentemente de usar o Método Montessori ou não-, se você quiser eliminar totalmente a possibilidade de seu bebê cair do trocador a recomendação é simples: as trocas devem ser realizadas na altura do chão.

Eu sei que não é muito prático, mas, certamente, é mais seguro.

Para facilitar o processo, sugiro que tenha todos os itens para a troca organizados em um cesto de fácil manuseio.

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Para limitar o espaço, acolher o bebê e facilitar essa atividade no chão ou no colchão, tem sido muito utilizado também um item chamado “ninho”, já conhecem?

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Mas, e como fica a coluna da mãe ao trocar o bebê no chão?

Carregar, amamentar, dar banho, brincar,…

Agora acrescente a tudo isso uma média de oito a dez trocas de fraldas diárias de um recém- nascido no chão…

Não é preciso ser mãe para imaginar o quanto essa rotina pode ser cansativa, não é mesmo?

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Dessa forma, essa opção pode ser realmente desconfortável e cansativa. Agora imagine se essa mãe já sofre com as terríveis dores nas costas? Tortura, né?!

Se esse for o seu caso, a troca de fraldas no chão pode não ser uma boa opção, principalmente nos primeiros meses do bebê.

E só há uma alternativa ergonômica de fato:  é preciso manter a postura da mãe ereta. E a forma mais fácil de conseguir isso é posicioná-la  em pé, com o bebê naturalmente acomodado na altura da sua cintura.

Nesse caso, talvez seja melhor repensar o formato ideal …

Então, o que fazer? 

Como sou muito prática, acredito que, havendo bom senso, não há espaço para radicalismo em nada nessa vida (que, por si só, já anda bem complicada, né?).

Assim, vamos pensar juntas: Se o bebê não vai conseguir se trocar sozinho, que diferença faz para a autonomia do pequeno no espaço se ele está no chão ou em uma bancada?

Além disso, acredito que a saúde e o bem estar da mãe, a principal cuidadora do bebê, não podem ser ignorados.

E é por isso que não vejo qualquer conflito com a metodologia, caso você opte por ter um espaço elevado destinado às trocas. E, por experiência própria, posso te garantir que esse simples ato não afetará em nada a aprendizagem do seu pequeno em relação ao método. 

Da mesma forma como me posicionei em relação ao uso do mini- berço para bebês nos primeiros meses- como contei nesse post aqui- penso que as opções deverão ser sempre avaliadas, de modo a encontrar a que melhor se adapta aos valores e ao estilo de vida da sua família.

Faço apenas a importante ressalva:  caso optem pelo trocador elevado, adote todos os cuidados possíveis para garantir que o bebê esteja o mais seguro possível. E, para isso, aqui vão três diquinhas básicas:

1.   Tenha tudo à mão no momento da troca!   Mais do que praticidade, pensar em facilitar e agilizar a atividade tendo tudo à mão, é pensar em segurança. Afinal, não dá para se distrair nem por um segundo, para pegar algo que faltou, não é mesmo?

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Por isso, tenha disponível todo o material de higiene, mudas de roupas para as trocas, uma boa quantidade de fraldas e brinquedos para distrair o bebê, como eu expliquei nesse post aqui.

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2. O ideal seria que o bebê estivesse preso a um suporte fixo por um cinto de segurança, como nesses modelos :

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Infelizmente, todos esses modelos com cinto das foto são importados. Ainda não encontrei modelos nacionais que atendam de forma eficaz essa função. Mas prometo que atualizarei o post assim que encontrar, ok? Indiquem nos comentários se tiverem alguma referência bacana, combinado? 🙂

De todo modo, sendo bem realista, não sei se isso funcionaria na prática… Apesar de muito útil, parece-me mais uma daquelas coisas que a mãe fará direitinho até o terceiro dia e, depois que pegar mais confiança, nunca mais…Como foi o caso do meu termômetro de banho, por exemplo… 🙂

3. Assim, uma boa forma de evitar que o bebê role é limitar fisicamente as laterais do trocador, posicionando-o sem folgas, entre a parede e um outro mobiliário lateral, como um armário, por exemplo.

trocador-bebe-toca-lola-6-1Por fim, vale lembrar que você não precisa de um trocador propriamente dito, ou seja, não precisa comprar um mobiliário especificamente para esse fim.

É bom lembrar que os bebês crescem rápido. Assim, Se optar pelas trocas em pé, pense em adotar um móvel com múltiplas funções, a fim de que sua finalidade não se perca rapidamente.

Dessa forma, uma boa opção para quartos montessorianos é usar a superfície superior do móvel de brinquedos ou do armário de roupas da criança.

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No próximo post, contarei um pouquinho sobre como foi a minha experiência com o espaço para as trocas da minha filha Lola e compartilharei com vocês qual seria a minha opção hoje em dia, caso tivesse um segundo filho.

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Me aprofundo sobre esses princípios no curso Montessori em Casa. Também apresento o passo a passo para todas as aquisições de independência do bebê do zero aos três anos. Conheça:

https://priscilaguerreiro.com.br/curso-montessori

Um grande beijo!

Pri Guerreiro

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16 Comentários

  1. Marcia • em 14 de agosto 2017

    Oi!! Parece que vc lê pensamentos 😊… há alguns dias li um post seu sobre quando mudar o quarto do bebe e assim colocar seu colchao no chao (minha bebe tem cinco meses e eu estava quebrando a cabeça tentando entender se havia uma idade minima para a mudança) e hj, vem este aqui ☺, que tb me ajudou a entender que a melhor alternativa fuca a cargo da mamae, sempre focando na segurança.. optarei pela troca no chao/colchao da minha gatinha… minhas costas? Ah, pra quê preciso dela? 😅😅

    • Priscila Guerreiro • em 15 de agosto 2017

      Oi Márcia! Adorei sua mensagem!! Adooro gente bem humorada!!:) Obrigada pelo carinho. Grande beijo.

  2. borvest inkral • em 28 de setembro 2017

    Hello. fantastic job. I did not anticipate this. This is a splendid story. Thanks!

  3. Patrícia Corrêa • em 29 de outubro 2017

    Boa tarde! Realmente, acho difícil a aplicação com rigor do método, durante os primeiros meses de vida do bebê. Todos os textos, modelos de móveis, dicas, tudo se encaixa muito bem para as crianças um pouco maiores. Estou grávida de 4 meses, querendo muito aplicar o método na quarto da minha filha, mas com uma limitação física grave, que é uma hérnia de disco na lombar! Imagine minhas dúvidas! Querendo o melhor pra ela, mas também precisando pensar em mim. Não queria o berço tradicional, mas como fugir dele por causa da minha coluna? Não adianta eu ficar sentindo dores não é mesmo? Já imaginei mesclar, incluir o trocador e também a cadeira de amamentação, mas ainda tenho dúvidas sobre o berço e a cama casinha, que acho linda! Rsrs. De qualquer forma, você foi a primeira que abordou o tema dessa forma. Muito obrigada.

    • Priscila Guerreiro • em 29 de outubro 2017

      Oi Patrícia! É muito bom ter esse tipo de feedback. Sou designer, apaixonada pelo método, mas também sou mãe e, por isso, não há espaço para rigor sem causa. Essa vivência do método no dia-a-dia me fez direcionar minhas pesquisas ao que realmente funciona e é importante, sem abrir mão da praticidade do dia-a-dia. Se um bebê de poucos meses não vai ganhar autonomia e trocar suas fraldas sozinho, por que dizer que o trocador é proibido em um quarto montessoriano? Simplesmente, não faz sentido. Foi ousado adotar essa posição. Mas é o que a vivência me mostrou e o que eu acredito. Fico feliz em poder ajudar outras pessoas com essas experiências. Grande beijo!

  4. Jéssica • em 4 de dezembro 2017

    Ei Pri!!! Estou grávida e na fase de montar o quarto do baby. Amei o estilo casinha montessoriana. Mas tb quero usar nos primeiros meses o berço compartilhado. Quanto aos moveis, tenho pouco espaço e somente um quarto extra( que será o do bebê) estou com planos de fazer um guarda roupa planejado com portas de espelho. Porque além da criança poder se reconhecer, amplia o espaço😊.
    Você acha que seria inapropriado?

    • Priscila Guerreiro • em 4 de dezembro 2017

      Oi Jéssica! Temos no blog um post específico sobre espelhos no quarto do bebê, dá uma olhadinha lá: http://www.tocalola.com.br/importancia-do-espelho-no-quarto-do-bebe/
      Quanto ás portas de espelho a minha única ressalva é que, normalmente, elas são feitas de espelho comum, não de acrílico. Dessa forma, meu maior receio é com a segurança do bebê. Você perceberá que tem uma determinada fase em que os bebês começam a bater com coisas no espelho. Essas batidas podem ser realmente muito fortes e com o risco real do espelho se partir. Pense direitinho e converse com o fabricante. Grande beijo! Pri

  5. official statement • em 16 de dezembro 2017

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  6. Flaviana • em 11 de março 2018

    Gostaria de saber com relação a coluna da mamãe adotando a cama no chão ao invés do berço deste o nascimento. Fico preocupada se irei dar conta

    • Priscila Guerreiro • em 20 de abril 2018

      Oi Flaviana! Pois é! Isso é uma questão muito pessoal… Como escrevi neste post, não acredito que o trocador seja absolutamente incompatível com um quarto montessoriano…Tanto é assim, que existem trocadores de bebês nas escolas montessorianas. Enfim, a minha opinião e como resolvi a questão com a minha primeira filha, você pode conferir neste post: http://www.tocalola.com.br/quarto-montessoriano-trocador/ Um grande beijo! Pri

  7. Carina • em 16 de maio 2018

    Pri, minha maior dúvida nem é onde trocar o bebê sem um trocador. Tem a opção de banheira com trocador que já ouvi muitas mães dizerem ter se adaptado bem. Mas minha maior dúvida é; caso eu opte em não ter cômoda e nem trocador pra liberar mais espaço, onde vou colocar as fraldas e outros itens de troca? Você falou de deixar uma caixinha com os principais itens, mas onde ficaria essa caixa se não tem uma cômoda ou armário? De qualquer forma, a caixa daria pra poucas fraldas e pra ser mais prático seria bom ter um espaço maior pra guarda de muitas fraldas. Vi que você deu a opção de usar o móvel de brinquedos pra colocar os itens, mas geralmente esses móveis são baixos, até pra poder permitir que as crianças os alcancem, então em pouco tempo as crianças poderiam alcançar esses itens de higiene e fraldas. Muito obrigada por compartilhar conosco suas experiências.

  8. Lília • em 27 de setembro 2018

    Olá, boa tarde. Amei a postagem, pois vou ter meu bebê em janeiro e estou começando a organizar o quarto do meu Miguel, todo montessoriano. Tenho lido muito a respeito, porém me surgiu uma segunda dúvida a respeito do quarto montessoriano que não tenho encontrado resposta.
    Como fica o banho do bebê, no sentido de onde devemos colocar a banheira, no chão?
    vejo que hoje as pessoas usam muito a banheira com suporte, que acho excelente, porém sou mãe de primeira viagem e pensando e estou aprendendo muito a respeito de como ajudar meu filho da melhor forma em seu crescimento.

    Fico grata se alguém tiver uma resposta.

    • Priscila Guerreiro • em 2 de outubro 2018

      Oi LÍLIA! Fico feliz que esteja se interessando pelo método e que o blog esteja te ajudando nesse processo. Sugiro que fique tranquila quanto ao banho do bebê e busque encontrar a forma confortável e prática para você e sua família nesse momento. Isso vai depender muito do espaço que vocês dispõem e da rotina da casa. Acredite: Essa escolha nessa fase inicial não afetará em nada o desenvolvimento do método pois o bebê não consegue tomar banho sozinho. O raciocínio acaba sendo parecido com a questão do trocador do bebê (tem post específico no blog, é só colocar na lupa de pesquisa): como ele não vai se trocar sozinho, não há problema algum que ele seja trocado em um trocador nos primeiros meses, entende? Aqui em casa, optei pela banheira com pé para minhas duas filhas nos primeiros meses. É mais confortável para mim, o que faz com que seja um momento mais prazeroso para ambas. Quando o bebê estiver maior, lá para os oito meses, coloco a banheira no chão do box e começo a aí sim incentivar a autonomia no banho. Vou fazer um post específico sobre isso, tá? Prometo! Gde beijo! Pri

  9. Tais querima • em 22 de janeiro 2019

    Olá Priscila nossa seja posts são maravilhosos. Estou grávida de 2 meses. E estou apaixonada por esse método. Graças a Deus quando procurei no YouTube achei logo os seus vídeos que me ajudaram muito. Agora aqui no seu blog estou encantada, lendo tudo para aprender mais sobre o assunto. Achei muito importante esse sobre o trocador, pois essa era minha duvida, com relação ao trocador e com relação ao guarda roupas. O trocador pensei logo na minha coluna, que sinto dores. E imaginei que seria difícil se eu não o colocasse, adorei a ideia de adotar em cima de um móvel que irei usar depois. A questão do guarda roupas, fico imaginando em comprar um que já comporte até ele crescer um pouco, pra não ter que ficar sempre gastando com móveis a medida que ele fosse crescendo. Você tem algum postar específico sobre a questão do guarda roupas no quarto Montessoriano. Já vi sobre a questão de colocar uma arara ou algo com algumas peças mais baixas de fácil acesso ao BB para escolher suas próprias roupas. Mais queria uma explicação maior quando ao uso do guarda roupas tradicional. Desde já agradeço.

  10. Leslie • em 12 de março 2020

    Provavelmente não há nada descrito sobre o trocador no quarto montessori porque na França (país de origem do método) se usa o trocador no banheiro, não sendo um item do quarto, o que na minha opinião é muito mais higiênico, mas depende do espaço que cada um tem no seu banheiro, no Brasil em geral, os banheiros são pequenos.

    • Priscila Guerreiro • em 1 de abril 2020

      Pode ser por isso sim, Leslie. No exterior os banheiros costumam ser maiores mesmo. 🙂

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