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02 agosto 2018

Relato do Parto: meus dois partos normais – Parte II

Diário de Gestação | Gestação | Pessoalidades

No post anterior, começamos a falar sobre os meus dois partos normais: Da preparação e o início do trabalho de parto, passando pela questão da dor, um dos maiores temores das mulheres quando o assunto é parto normal, e enfim, chegando à fase ativa de parto.

No post de hoje, continuo o meu relato dos dois dias mais intensos, transformadores e felizes da minha vida.

Eu já estava na sala de parto normal, em plena fase ativa de trabalho de parto. Equipe pronta, a dor já era beeem intensa, tudo preparado. E agora? O que aconteceria a partir daí, quanto tempo mais duraria? O que eu deveria fazer? Será que tudo daria certo? – Eram algumas das perguntas que passavam pela minha cabeça nesse momento.

Em ambas gestações, lembro de entrar na sala de parto e pensar exatamente isso. Tantas dúvidas… No primeiro, porque tudo era desconhecido. E, no segundo, porque eu tinha a expectativa de que tudo aconteceria bem mais rápido, já que a dilatação já estava bem adiantada (entrei na sala de parto já com 7 cm de dilatação).

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Qual é a duração de um trabalho de parto? 

Essa é uma pergunta difícil de responder, afinal,  o trabalho de parto é um evento fisiológico e, portanto, varia bastante de mulher para mulher e, inclusive, com a mesma mulher.

Os médicos dizem que o segundo costuma ser mais rápido. Não foi o meu caso. Apesar da fase inicial ter sido realmente mais rápida, tive uma fase de transição para o expulsivo bem mais demorada. Assim, o primeiro durou cerca de 13 horas e o segundo, cerca de 12 horas. Praticamente o mesmo tempo.

Mas é importante ter em mente que o parto é um evento próprio da natureza humana (e da maioria dos mamíferos deste mundo), e, de modo geral, possui uma sequência natural de fases.

Por isso, antes de continuarmos com o meu relato, é preciso entendermos melhor as fases do TP. As nomenclaturas podem variar um pouco, mas, basicamente, acontece assim:

  1. PERÍODO LATENTE: É o período em que se iniciam as contrações ritmadas, que seguirão reduzindo os intervalos e aumentando de intensidade, até a dilatação total do colo do útero (10 cm).Esse período é subdividido em três fases: inicial, ativa e de transição.
    • -Na fase inicial:  as contrações ocorrem regularmente entre 15 e 5 minutos, porém ainda são curtas (duram entre 30 e 60 segundos) e o colo do útero dilata até 3 centímetros. Nessa fase, geralmente a mulher ainda consegue conversar, raciocinar e se alimentar normalmente. Algumas conseguem até deitar e descansar. 
    • -Na fase ativa: intensidade das contrações aumenta bastante e os intervalos diminuem. As contrações passam a durar cerca de 1 minuto ou um pouco mais e ocorrem a cada 3 minutos.  A dilatação do colo do útero está entre 4 e 7 centímetros de dilatação. Nessa fase, a mulher começa a querer ficar mais quieta, a falar menos e raciocinar com menos rapidez. 
    • -Na fase de transição:  ocorre a mudança da fase ativa para o período expulsivo. Nessa fase, as contrações duram até 90 segundos e ocorrem a cada 2 minutos.  O colo do útero está dilatando entre 8 e 10 centímetros. Nessa fase, a mulher geralmente fica de olhos fechados, já não responde mais perguntas, não conversa, pode mudar repentinamente de humor e, normalmente, prefere o silêncio.
  2. PERÍODO EXPULSIVO: após a dilatação total (10 cm) do colo do útero. Nessa fase começa um vontade involuntária de fazer força. Aqui já se atingiu a dilatação total e incia-se, efetivamente, a descida do bebê pelo canal vaginal da mãe.
  3. DEQUITAÇÃO PLACENTÁRIA: A saída da placenta propriamente dita, que, na maioria dos casos, acontece naturalmente, a partir de contrações do útero. Geralmente acontece em até 30 minutos após o nascimento do bebê.

Ok. Eu estava na fase ativa. E agora? 

Voltando ao meu relato… Eu estava no quarto, em fase de parto ativo. O que fazer a partir de agora?- eu pensava.

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No primeiro parto, eu tinha a ideia fixa de que, para não retardar o trabalho de parto, eu deveria resistir ao máximo  à dor. Assim, demorei muito até mesmo para tomar a decisão de ir para a banheira. Optei por ficar na bola de pilates e por me movimentar livremente no quarto.

Quando enfim fui para a banheira, já com cerca de 8 cm de dilatação, lembro que senti um grande alívio logo que entrei, mas fiquei pouco tempo. Talvez uns 30 minutos apenas.

Algumas mulheres relatam não sentir diferença ao entrar na banheira, mas, no meu caso, o contato com a água quentinha realmente me ajudou a relaxar e a diminuir um pouco a sensação de dor.

Por isso, no segundo parto, pedi para ir para a banheira assim que entrei no quarto, o que foi ótimo! Isso não “freou” o meu TP, muito pelo contrário: fiquei lá por umas duas horas e a dilatação foi de 7 a 9 cm.

Dizem que, nessa fase, a mulher vai para a “partolândia”, fecha os olhos e se desconecta do exterior; o que realmente aconteceu comigo. Eu só queria ficar quietinha, com muita  calma e tranquilidade nesse momento. 

No primeiro parto, lembro de ficar bem incomodada com um movimento de gente entrando e sando da sala a todo momento.

No segundo, eu só queria ficar sozinha, de olhos fechados e em um ambiente calmo, esperando o tempo passar e a dilatação progredir. Minha médica entrava só para monitorar, para saber se tudo estava bem comigo e com minha bebê, mas eu fiquei realmente em paz, o que foi incrível.

Lembro de músicas suaves, da luz amarelada me envolvendo e da água quentinha. Sim, eu estava em paz, mas com MUITA DOR. Já tinha vomitado oito vezes, o que tornava ainda mais sofrido esse processo. Como contei no post anterior, cada pessoa reage de uma forma à dor intensa e a minha é com náuseas e vômitos. 

Eu já estava com 9 cm de dilatação. Foi aí que eu pedi uma analgesia leve, o que foi ótimo!

A analgesia

A dor do parto é um dos principais medos das mulheres. Muitas, inclusive, desistem do parto normal por medo da dor.

Por isso, é muito importante saber que é possível amenizá-la, sem comprometer o processo do TP, nem prejudicar o bebê.

Assim, a primeira coisa que é preciso entender é: analgesia não é anestesia! Anestesia  bloqueia a dor, os movimentos e as sensações. Já a analgesia só promove a perda da sensibilidade da dor, mas ainda é possível se mexer e andar, dependendo da dose, além de manter a capacidade de sentir pressão.

A medicação atrapalha a progressão do trabalho de parto?

É preciso ter em mente ainda que, se for feita na dosagem certa, por um médico competente, a analgesia não atrapalha – pelo contrário, até favorece.

Entretanto, quanto mais a evoluída estiver a dilatação no momento da aplicação, melhor. Afinal, quando a analgesia é introduzida muito cedo, há sim o risco de desaceleração do TP.

Eu sabia disso e já tinha conversado bastante com a minha obstetra sobre a questão. Assim, preferi resistir ao máximo e só solicitar a analgesia quando chegasse no meu  limiar de dor.
Esse é um assunto bem delicado pois envolve questões técnicas. Portanto, vale ressaltar a importância de que o assunto seja bem conversado antes do TP e que, na hora, de acordo com a evolução do TP, a decisão deve ser tomada a três: pelo obstetra, pelo anestesista e pela gestante.

Sim, a opção pela analgesia foi maravilhosa para mim. Antonella era um bebê muito grande (nasceu com 4,040 Kg) e precisava fazer um giro de 180º para enfim chegar à posição certinha para a expulsão. Era preciso ESPERAR O TEMPO DELA. Isso demorou das 8:30h às 11:00h!

Durante todo esse período, tomei duas leves doses de analgesia. Assim, eu consegui sair daquela posição de conchinha, de sofrimento e de isolamento na banheira e partir para uma postura vertical mais ativa. Sabia que, dessa forma, eu realmente poderia ajudá-la, como realmente aconteceu.

Fiquei alternando entre longos períodos de movimentação na bola de pilates, de agachamentos e de descanso.

Mas o mais gostoso durante esse período foi que, sem o desconforto daquela dor apavorante e dos vômitos, realmente pude curtir com meu marido esses momentos preciosos que antecederam a chegada da nossa pequena.

A dor deixou de ser a protagonista. Conseguimos conversar, nos apoiar e nos emocionar.Foi realmente um momento muito especial para nós, que nos conectou de uma forma mágica e realmente intensa.

Não era mais ele me olhando sofrer na banheira sozinha de olhos fechados. Éramos nós  dois juntos, olho no olho, nos apoiando para aquele momento tão especial que estava cada vez mais próximo.

Enquanto eu me movimentava na bola, ele me confortava ora com massagens nas costas, ora trazendo água e frutas, ora com nossas conversas. Éramos só nós dois na sala de parto a maior parte do tempo.

Esse, aliás, foi o motivo principal de eu ter optado por não ter uma doula na sala em ambos partos. Valorizo e apoio totalmente o lindo trabalho das doulas. Mas eu queria sentir meu marido realmente presente durante o TP, vivenciando tudo aquilo comigo. Conhecendo-o, sabia que ele se recolheria se houvesse uma outra pessoa com a função de me apoiar.

No primeiro parto, como tinha muita gente no quarto o tempo todo, ele participou menos ativamente, mais como um expectador, sabe? Já no segundo, com uma outra dinâmica estabelecida, ele realmente participou de forma mais intensa; o que foi incrível para nós.

O rompimento da bolsa

Como contei aqui, no meu Plano de Parto, eu desejava que a bolsa estourasse naturalmente, sem qualquer ação manual da equipe médica e assim o foi.

Para algumas pessoas, o rompimento da bolsa inicia o trabalho de parto. Comigo não foi assim. Em ambos partos, o rompimento da bolsa aconteceu de forma natural, no período de transição; entre a fase ativa e o período de expulsão.

O parto de cócoras

Durante todo o tempo, como tudo estava progredindo bem para mim e para minha bebê, a Jú  (Dra. Juliana Esteves, minha obstetra nos dois partos) me deixou muito à vontade para conduzir o meu parto da forma como eu me sentisse melhor. Em nenhum momento me senti pressionada (o que é muito comum em muitos relatos de parto) ou induzida a algo contra a minha vontade.

Como eu contei aqui, fiz um Plano de Parto para as duas gestações e ela respeitou todas as minhas decisões. Uma dessas decisões foi a posição escolhida para o nascimento: de cócoras, que é uma posição muito boa para a mãe, mas nada confortável para o médico (talvez, por isso, temos tão poucos partos de cócoras no Brasil).

Algumas pessoas ainda se surpreendem com essa decisão, mas, depois de tudo o que eu pesquisei, estava convicta de que seria a melhor para mim.

Minha preferência por essa posição começou ainda na primeira gestação, quando li  “O Renascimento do Parto”, de Michel Odent- uma leitura que super-recomendo!

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Depois, essa percepção foi se consolidando e realmente entendi que o parto de cócoras é mais favorável para a mulher pois permite um maior alargamento da pelve em relação às outras posições. Além disso, a descida do bebê é ainda favorecida pela gravidade. Tudo isso proporciona um melhor aproveitamento da força que se faz para a saída do bebê.

Nessa posição, você fica sentada em uma pequena banqueta em formato de”C”. Mas para se manter essa posição fazendo força, é importante que a mulher tenha as pernas fortalecidas e uma boa flexibilidade para que a posição possa ser suportada com facilidade, de forma relativamente cômoda.

Para isso, a preparação do corpo para o parto é muito importante. Sempre tive uma boa flexibilidade mas, mesmo assim, senti que o pilates me ajudou bastante, como contei aqui.

Outra vantagem do parto de cócoras é a possibilidade de ser realizado com o literal apoio do companheiro, que normalmente se posiciona atrás da mãe, dando o suporte para que ela realize a força que ela precisará para a saída do bebê.

No primeiro parto, meu marido ficou de pé, atrás de mim, sustentando-me pelas minhas mãos enquanto eu fazia força para baixo.  No segundo, ele ficou sentado em uma posição um pouco mais alta que a minha, sustentando as minhas costas e dando apoio  quando eu fazia força . Achei a segunda posição realmente bem melhor.

O nascimento

Como já dito, a duração de cada fase varia de mulher para mulher e poderá ser mais breve em mulheres que já foram mães anteriormente pela maior facilidade de dilatação.

No meu caso, a fase de expulsivo foi bem rápida nos dois partos. Em ambos, não acreditei quando a médica disse que o bebê já estava coroando. No primeiro, cheguei a achar que era papinho para me animar, mas era verdade!

No primeiro parto, houve um momento em que parecia que eu não conseguiria mais fazer força porque a dor já era extrema e eu já me sentia fraca. Mas lembro claramente do que pensei nesse momento: “Minha avó teve cinco filhos, sendo duas gêmeas na roça, sem nenhuma médica ou enfermeira por perto. Minha mãe também teve duas de parto normal. Por que eu não vou conseguir? “- fiz mais uma força e a Lorena nasceu. Lembro de olhar e só pensar: Eu consegui!! Meu deus, como ela é linda!

No segundo, eu já sabia que era capaz e que devia me concentrar apenas em pensamentos positivos; na minha força para trazer minha filha ao mundo. Não havia espaço para pensamentos de fraqueza. Eu visualizava o fim de tanto tempo de espera e pensava que, logo, logo ela estaria chegando nos meus braços.

O período expulsivo foi mais difícil (eu ainda não sabia, mas ela tinha 4,40 kg!). Coloquei toda a minha força e, assim, a Antonella chegou! Eu estava ainda de olhos fechados, exausta quando ela foi rapidamente colocada nos meus braços. Senti o calorzinho e o peso daquele bebê gordinho nos meus braços e então me dei conta de que tinha conseguido. Abri os olhos e lá estava ela: Linda e enooorme! Cheia de saúde! Quanto amor!

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Eu choro até com desenho animado! Mas, para a minha surpresa, não chorei em nenhum dos dois partos. Apesar de toda a emoção, eu estava tão cansada e aliviada, que só conseguia contemplá-la e agradecer a Deus por tamanha alegria.

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Meu marido chorou por nós dois. Logo ele, tão racional, que não chora por nada. Vê-lo tão emocionado encheu o meu coração de alegria. Aquele não era um momento meu, era nosso!

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A dor foi enorme! O grito de dor nos vídeos na hora dos nascimentos não me deixam esquecer. Mas minutos após o nascimento, não sentia mais dor alguma. Eu estava exausta, é claro, mas sem nenhuma dor. E essa é a maravilha do parto normal! Eu estava inteira para cuidar e curtir a minha bebê e a minha família. E nós éramos só alegria!

parto-normal-toca-lola Por isso, se eu pudesse dar um conselho, eu diria: se tudo estiver bem com a sua gestação e não houver contra-indicações médicas reais, tenha um parto normal. A natureza é fantástica e é impressionante o poder e a felicidade que nós, mulheres, sentimos ao trazer nossos filhos ao mundo! E a dor? Assim como eu, posso apostar que você se esquecerá dela, acredite! 🙂

Eu ainda escreveria mais… Mas esse relato já está imenso! Hoje ficamos por aqui. Mas espero, de coração, ter conseguido transmitir a vocês um pouco mais de informação e um pouquinho de toda a emoção que vivenciei nesses dois dias, que, certamente, foram os mais intensos e felizes da minha vida! Espero que tenham curtido!

Grande beijo,

Pri Guerreiro

Aproveito a oportunidade para agradecer a toda a equipe da Jú, a Dra Juliana Esteves, minha obstetra querida. Uma equipe só composta de mulheres muito especiais, que, cada uma da sua maneira, deixou a sua marca e me ajudou a vivenciar com tamanha alegria e esse momento tão especial da minha vida. Cada olhar, cada palavra, cada gesto  cheio de respeito e amor… tudo ficou marcado em meu coração. Vocês são incríveis! Muito obrigada!

5 Comentários

  1. juliana • em 2 de agosto 2018

    Olá! Obrigada pelo seu relato! Sempre importante para desmistificar o parto normal e tranquilizar corações 🙂 Te pergunto: que app você usou para medir as contrações? Funcionou bem, o recomenda? Um beijo para a família 😉 Obrigada.

    • Priscila Guerreiro • em 2 de agosto 2018

      Oi Juliana! Obrigada! Vou ficar te devendo o app pois o apaguei do meu cel pouco depois. Mas é bem fácil de encontrar! Na realidade, eu instalei uns 3 app, testei antes e escolhi o que me parecia mais funcional. Funcional no caso significa: ter dois botoes grande de “start” e stop”, nada mais! Juro!kkkk Um grande beijo! Pri

  2. Tais querima • em 23 de janeiro 2019

    Nossa que lindo seu relato sobre seu parto. Me emocionei e chorei. Coisa de grávida rs. Mais realmente e emocionante ler assim em detalhes como tudo aconteceu. Você realmente transmitiu suas emoções, angústias, medos exatamente tudo. Também tenho vontade de ter parto normal. Espero que dê certo pra mim assim como deu pra você. Grande beijo e obrigada por sempre compartilhar conosco tantas informações importantes.

    • Priscila Guerreiro • em 24 de janeiro 2019

      Oi, Tais! Fico feliz que tenha conseguido transmitir em palavras toda a emoção e amor desse momento. Mas tenha certeza de uma coisa: o seu tipo de parto não definirá a mãe que você será! Sou fã e defensora do parto normal quando essa for a opção da mulher e não houver risco a saúde dela e do bebê. Somos fãs do parto normal, mas nem todos os partos são como idealizamos e, se esse for o seu caso, está tudo bem. O importante é que você e seu bebê sejam respeitados, acolhidos e que tudo ocorra com muito amor. Seja qual for o seu tipo de parto! Muito amor e uma boa hora para vc e seu bebê! Grande beijo! Pri 🙂

  3. Aila • em 15 de março 2020

    Nossa muito lindo seu relato,eu tive meu primeiro parto normal há 2 anos do meu filho,hoje estou gravida da minha filha,continuo com o desejo do meu segundo parto normal. Depois de lê o seu relato so fortaleceu ainda mais o meu desejo,quanto estava lendo,me senti vivendo essa emoção novamente…e nao vejo a hora de passa por todos esses processo pra ver a minha Princesa. É maravilhoso saber que Deus nos fez forte pra trazer nossos filhos ao mundo de um forma tao linda….obg por compartilha seu momento lindo ❤

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