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21 outubro 2017

Conheça os principais métodos pedagógicos para a educação infantil

Educação e comportamento | Na Toca com a Lola

Escola Construtivista, Montessoriana, Tradicional ou Waldorf ? Como fazer a escolha certa? Será que existe uma metodologia ideal? Sim, as opções são tantas que até assusta! Bem-vindos à difícil missão de escolher qual escola que será parceira da sua família no desafio de proporcionar a melhor educação para seus filhos, preparando-os para a vida. Eu já pesquisei e visitei escolas com todas essas metodologias e, neste post, compartilho com vocês a minha experiência.

 

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É nesta época do ano, quando as escolas iniciam  o processo de reservas de vagas, que os pais partem em busca da primeira ou de uma nova escola para seus filhos. Além de debater questões práticas, como preço e localização, a família costuma mergulhar em uma série dúvidas e questionamentos, iniciando a peregrinação em busca da melhor escola. No post de hoje, conversamos sobre os principais métodos pedagógicos para a educação infantil.

No post anterior , eu contei alguns dos principais itens da minha lista de parâmetros pela escolha da escola ideal para a minha pequena. Como vocês acompanham por aqui, por questão de mudanças de cidade,  com apenas 3 anos, Lorena já estudou em uma escola montessoriana, uma tradicional e uma construtivista.

Foram experiências bem diferentes, porém, todas muito ricas e intensas. Recebi inúmeras mensagens interessadas no assunto. Por isso, no post de hoje eu compartilho o que aprendi sobre os principais metodologias educacionais utilizadas na educação infantil.

Mas antes de começarmos a falar sobre as metodologias em si, preciso responder aquelas perguntinhas lá do início do post pois são dúvidas recorrentes entre as famílias. Com base em tudo o que já pesquisei e já vivenciei sobre o assunto, posso te responder com muita segurança: A escola ideal não existe. O que há, de fato, é a escola mais adequada para cada pessoa.

E como ninguém conhece os filhos melhor do que os pais, a minha grande mensagem neste texto é: Conheça as metodologias, visite as escolas, avalie todos os critérios racionais possíveis. Mas não perca o foco: tome a decisão tendo como base o seu filho e os valores de sua família. e Isso vai muito além do ranking do ENEM! Siga o seu coração!

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Sim, em vez de procurarem respostas nos colégios pretendidos, antes de tudo, os pais devem voltar suas atenções para dentro de casa e observarem seus filhos. Prestarem atenção no temperamento deles, potenciais, afinidades e limitações.

Acredite: A escola está saindo de um conceito de educação a caminho de outro modelo. O fato é que o mundo está mudando com uma velocidade assustadora. Hoje, o simples acúmulo de conhecimentos não é garantia de sucesso profissional.

É preciso saber lidar com a informação, para construir uma visão crítica da realidade e desenvolver habilidade para a reciclagem permanente. É competente quem sabe aprender. A escola deve ensinar o aluno a buscar a informação.

Nesse processo, apesar de não termos respostas prontas, conhecer os princípios pedagógicos que norteiam a arte de educar é parte importante no processo de escolha da escola do seu filho, e é isso que pretendo compartilhar com vocês neste post, depois de visitar mais de 30 escolas entre Rio de Janeiro, São Paulo e Guarulhos.

Para facilitar a narrativa, apresentarei os métodos na sequência das nossas experiências práticas, ok?

Método Montessoriano

Criado em 1907, pela médica italiana Maria Montessori, o Método Montessoriano tem como objetivo garantir máxima autonomia ao aluno no processo de aprendizado. A criança é verdadeiramente o elemento central no processo. Nesse contexto, professores e pais se tornam meros facilitadores do conhecimento, proporcionando um ambiente preparado cientificamente para que o conhecimento se desenvolva a partir do interesse do aluno. 

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Desde o primeiro momento, a criança descobre o valor do esforço pessoal e se acostuma à sua própria autodisciplina na hora do aprendizado. Usam talheres, usam copos de vidro e se alimentam sozinhos desde muito pequenos. Tudo na escola incentiva a autonomia e colabora para a autoestima da criança. Um ambiente montessoriano sempre diz: Sim, você pode tentar!

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Quem acompanha o blog, já sabe que sou fã do método muito antes de ser mãe, quando, como designer, comecei minhas pesquisas sobre como o ambiente pode contribuir para o desenvolvimento dos pequenos. Se quiser saber mais sobre o método, confira alguns dos posts específicos no blog aqui e aqui

Nossa experiência: Minha filha estudou em uma escola montessoriana dos 8 aos 20 meses. Se quiser saber mais sobre como foi a nossa experiência em uma escola montessoriana, tconto tudinho aqui. Despedimo-nos da escola com o coração partido, quando fomos morar em São Paulo.

Já em Sampa, estava decidida a colocá-la em uma escola montessoriana, mas não encontrei escolas com o método no bairro onde eu moraria, nem em Guarulhos, para onde fomos depois. Segui buscando outras linhas pedagógicas mais próximas e descobri o método Waldorf.

Mas desistimos de Montessori? Claro que não! Meu encanto com o método é tamanho que, agora que retornamos ao Rio de Janeiro, aos 3 anos e dois meses, ela retornou à mesma Escola Montessoriana e estamos felizes da vida.

Método Waldorf

Criada em 1919, pelo filósofo austríaco Rudolf Steiner, esse modelo pedagógico foca na educação total da criança, valorizando sua imaginação. O estudante é estimulado a criar seus brinquedos com materiais simples, como madeira, argila e retalhos.

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Existe uma premissa no ensino que é formar seres humanos. Antes de querer formar alunos que tiram notas altas. É o que está por trás do conceito “educação para a liberdade”.

A criança é educada de forma a observar seu desenvolvimento em três âmbitos: corporal, anímico e espiritual. Todo o currículo é desenvolvido nesse sentido. Respeita-se aquilo que cada criança tem como potencial, tudo flui de forma harmônica e orgânica. 

Fiquei encantada quando descobri que as crianças fazem seu próprio pão para o lanche, ajudam a servir a própria comida, e, no pátio, brincam de brincadeiras tradicionais. Parece coisa de casa de vó no interior, sabe?metodo-waldorf-toca-lola

 A arquitetura da escolas é bem simples, com área externa livre, muito uso de madeira e materiais naturais e propicia o brincar de corda, casinha, perna de pau e tudo mais que a imaginação permitir. Uma delícia!  Um lugar que foi pensado para valorizar o livre brincar e que coloca pequenos desafios de autonomia e desenvolvimento corpóreo a favor do autoconhecimento.

Nossa experiência: Quando fomos para São Paulo, inicialmente, iríamos morar no Bairro do Ipiranga. Depois de pesquisar todas as escolas do bairro ( para mim, sempre que possível, escola de criança pequena deve ser perto de casa), tive claro o desejo de que minha filha estudasse em uma Escola Waldorf ao conhecer uma escola incrível, onde tive a oportunidade de aprender e me encantar pelo método.

Outro aspecto que para mim foi encantador, foi descobrir que, nesse tipo de escola, a participação e integração da família é essencial. A mochila das crianças, por exemplo, é produzida em conjunto, pela família e a criança. Lindo, não?

Na prática, os planos iniciais mudaram e acabamos indo para Guarulhos, onde não existe (eu, pelo menos, não encontrei.) escolas com metodologia Montessoriana ou Waldorf.

Método Tradicionalista

Você, assim como eu, provavelmente, teve aula em uma escola adepta do estilo tradicional de ensino, pois é o mais comumente utilizado no país. Consiste, basicamente, no ensino centrado na figura do professor, em uma relação vertical de exposição de conhecimentos e cobrança de conteúdo.

Por ser um sistema centralizado na figura do professor, cabe a ele a função de transmitir conhecimento aos alunos e, por isso, a disciplina é muito importante. Dessa forma, os alunos que não respeitam as regras são punidos.

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Nossa experiência: Em Guarulhos, apesar de ter visitado muitas escolas, acho que já estava muito cansada e um pouco assustada com a  logística de trabalhar e se deslocar em uma nova cidade e acabei me rendendo ao método tradicional. Segui a indicação de amigos que tinham filhos em uma escola bem tradicionalista e super bem avaliada pela classificação do ENEM e que todos elogiavam bastante pelos resultados.

Lorena tinha um ano e oito meses quando ingressou na escola e devo confessar que foi um choque, uma mudança brutal, que eu jamais poderia imaginar em uma classe com crianças tão pequenas.

Na minha visão tudo era excessivo. Os estímulos, os brinquedos, os livros, os eventos, tudo me parecia realmente excessivo e opressor. E, para o meu espanto, na primeira reunião de pais, eu recebi um boletim com as notas da avaliação dada a Lola.

E, pasmem: ela ainda não tinha nem dois anos! Acreditem: ela recebeu regular em disciplina! E quando questionei um exemplo à professora, ela disse que ela não ficava quieta na hora da rodinha da historinha e entrava na roda para inventar uma outra história. Neste dia, tive certeza que precisaria retirar minha filha daquela escola, e foi o que fiz.

Método Construtivista

Assim como no Método Montessoriano, o método construtivista coloca o aluno no centro do processo de aprendizado, desempenhando um papel ativo ao buscar conhecimento na medida em que interesses e questionamentos surgem.

O construtivismo se baseia nas ideias do famoso psicólogo suíço Jean Piaget, considerado uma das maiores autoridades em relação ao funcionamento da inteligência e ao processo de aquisição de conhecimento. Piaget defende que, uma vez colocada em um ambiente estimulante, a criança consegue aprender por meio de lógicas próprias, diferentes das dos adultos.

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Essa linha pedagógica defende que o conhecimento e o saber não devem ser passados prontos do professor para o aluno. Muito pelo contrário, devem ser construídos pelo estudante por meio da exposição de situações, vivências e atividades interativas. A ideia é proporcionar um ambiente estimulante e criativo, para que o indivíduo possa desenvolver sua própria linha de raciocínio, a fim de desvendar e explicar mundo em que vive.

Nem preciso dizer o quanto amei esse método, não? 🙂 Da escola tradicional, Lorena foi direto para uma escola construtivista incrível e nos apaixonamos completamente. Juro: na primeira reunião na escola, meus olhos se encheram de lágrimas. Finalmente eu havia encontrado um lugar que seria o prolongamento da nossa casa. Realmente, o coração de mãe não se engana.

O ambiente era alegre, vivo e acolhedor. As crianças eram muito felizes lá! Não teve um dia sequer que eu não tivesse que convencer a Lorena de que tinha chegado a hora de ir embora e que ela tinha que parar de brincar para ir para casa. Ela simplesmente não queria ir embora. Era lindo de ver como ela amava a escola!:)

O espaço tinha plantas, bichos, parques, era um ambiente muito criativo e, ao mesmo tempo, acolhedor. Fiquei realmente encantada pela forma como eles trabalhavam as experiências sensoriais dos pequenos e o gosto pelas artes. Eles escolhiam um artista e passavam todo o bimestre apresentando as cores, formas e histórias daquele artista para as crianças.

Dois fatos foram marcantes e bem significativos para mim: Um dia, enquanto eu arrumava minha pequena para ir à escola, às seis da manhã, ainda sonolenta, a Lô me disse: “Mamãe, você conhece a Tomie Ohtake?”– Hein? – achei que tinha ouvido errado…- E ela foi me contando toda animada: “Ela veio do Japão de navio, bem pequenininha… ela adora vermelho!” Juro: Fiquei pasma! Quando contei à Prô (como eles chamavam as professoras), ela ficou emocionada por essa vivência ter sido tão significativa para a Lorena.

Para vocês terem uma ideia, nessas fotos, de uma forma muito lúdica, eles trabalham os tons de vermelho, cor tão significativa e marcante na obra de Tomie Ohtake. Paixão pura!

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Outro fato que me marcou bastante aconteceu recentemente, durante a nossa mudança para o Rio. Eu estava no escritório, encaixotando os livros, quando ela viu um livro que ela nunca tinha acesso pois ficava no alto. Ela pegou o livro e me mostrou a capa dizendo: “Mamãe, é da Beatriz Milhazes.” Hein? – Fiquei pasma!! 🙂

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Mas logo caiu a ficha e lembrei dessa imagem, que ela me mostrou toda orgulhosa, um dia em que fui buscá-la na escola: beatriz-milhazes-educacao-infantil-toca-lola-2-1

Essas foram apenas algumas das vivências que me mostraram o quanto o ensino construtivista é eficiente e significativo para os nossos pequenos. Virei fã!

Agora, no Rio de Janeiro, a Lô retornou para sua primeira escola e voltamos a vivenciar o Método Montessori. Uma dúvida que eu tinha e que algumas pessoas já me perguntaram é: Como foi a adaptação da Lorena a métodos tão diferentes, tão pequenininha?

É claro que todas essas mudanças não foram intencionais e sim, necessárias. Mas, surpreendentemente, como sempre, minha filha está feliz da vida, e nunca demonstrou  nenhuma dificuldade de adaptação. Não sei se isso é dela ou da idade dela, mas percebi que nós, pais, sofremos muito mais que eles nessa idade. Sinto que a alegria e curiosidade pelo novo é maior do que a saudade pelo que já viveu. É eles têm o dom de simplificar as coisas. A gente é que complica, né? 🙂

Por fim, gostaria de relembrar a mensagem lá do início do post. Não existe escola ideal. Não existe método ideal. Existe a escola ideal para o seu filho. Ele sempre deve estar no centro do processo de escolha. Pais, ouçam o seu coração! Ele sempre sabe o que diz! 🙂

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E aí? Gostou do texto? Qual a sua experiência sobre esse assunto?

Deixe seus comentários e, se gostou, não esqueça de dar um “like” e compartilhar este post com aquelas pessoas que adorariam saber mais sobre esse assunto! 

Grande beijo!

Pri Guerreiro

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23 Comentários

  1. Camila • em 17 de novembro 2017

    Priscila, se importa em dizer qual a escola montessoriana no Rio?
    Grata,

  2. Lígia • em 16 de janeiro 2018

    Priscila, tudo bem?
    Você poderia me informar qual escola construtivista sua filha frequentou? Obrigada!

    • Priscila Guerreiro • em 16 de janeiro 2018

      Oi Ligia!! Posso sim. Ela estudou no Parthenon, sede Bom Clima, em Guarulhos. Gde beijo!

  3. Tania Mara Nascimento • em 15 de junho 2018

    Muito legal você compartilhar essas experiências de cada escola com métodos diferenciados.
    Sou estudante de Pedagogia e como aluna e mãe ( já são formados), gostaria de ter tido essas experiências, pois acho muito importante conhecer o ambiente, o método, a forma no qual inserimos nossos filhos, principalmente desde de bebê.
    Graças a Deus meus filhos nunca me deram trabalho para estudar, até porque sempre participei tanto em casa nas atividades como também nas reuniões das escolas ou quando senti necessidade por algum motivo. Sempre trabalhei fora e ficavam em creche a partir dos 4 meses.
    Parabéns.
    Abs.

  4. Tereza • em 11 de setembro 2018

    Adorei suas experiencias e como foi objetiva na explanação dos métodos!

  5. Priscila J B • em 10 de janeiro 2019

    Amei… foi de grande valia para aprimorar meus conhecimentos! gratidão!!!

  6. Karen Yamamoto • em 14 de janeiro 2019

    Parabéns e obrigada por dividir conosco seu conhecimento e experiências. Estou buscando a escolinha da minha pequena e certamente seu depoimento foi muito útil! Bjs e obrigada!

  7. liane • em 17 de janeiro 2019

    Sou pedagoga e também advogada. Trabalhei em duas escolas tradicionais (exatamente como você descreveu). Minha filha mais velha estudou nas escolas onde trabalhei, pois eu tinha direito a bolsa integral para ela e, na época, precisei aceitar. Já com o mais novo (hoje com 7 anos), eu pude escolher e ele estuda em uma escola construtivista e somos apaixonados! Realmente, é encantador e você pode acompanhar o aprendizado da criança diariamente. Ele vai ficar lá até completar o quinto ano. Depois disso, terá que ir para uma escola tradicional, pois nessa fase não temos outras opções aqui na minha cidade.

    • Priscila Guerreiro • em 24 de janeiro 2019

      Oi Liane! Você como pedagoga deve ter sentido claramente a diferença, né?!Para mim, como mãe, foi gritante!! 🙂 Que bom que conseguimos ajustar nossas opções a tempo, né? 🙂 Grande beijo! Pri

  8. Nayara Pricilla • em 13 de fevereiro 2019

    Olá, estou muito grata ao seu texto, me ajudou muito!!! estou fazendo uma pesquisa para o meu Tcc, sobre a influencia da arquitetura para o aprendizado infantil, e acredito que o método de ensino pode influenciar muito, estou pesquisando sobre o método Montessoriano e confesso que estou me encantando. No começo do seu post vc menciona que realizou uma pesquisa nessa área, vc por acaso a publicou? desde já obrigada, e parabéns pelo post!!!

    • Priscila Guerreiro • em 15 de fevereiro 2019

      Oi Nayara! Descobri o método no ano em que estava me formando em design de interiores e fui convidada para ser madrinha pela primeira ves. Eu ainda nem sonhava em ter filhos, mas foram essas pesquisas iniciais que alimentaram o meu encantamento pelo método e a minha vontade em aprender mais e, uma dia, aplicar o método com minhas filhas. Não, não publiquei nenhuma pesquisa científica (ainda!rs) Mas venho registrando no blog todo esse meu conhecimento, que alia pesquisas ao aprendizado pratico diário. Sucesso no seu TCC! Envie- me se puder depois! 😉 Grande beijo, Pri

  9. Nayara Pricilla • em 16 de fevereiro 2019

    Sim, será um prazer te enviar!!! um grande abraço e obrigada por me responder!!!

  10. deyvid nunes andrade • em 7 de abril 2019

    Excelente texto, muito esclarecedor!!!

  11. Nadjanira Santos de Oliveira Cerqueira • em 18 de julho 2019

    Priscila seu texto me tirou muitas dúvidas, meu filho hoje com 3 anos e 4 meses está desde 2017 em uma escola tradicional usa a plataforma SAS te confesso que realmente eles cobram muito, e muito além do que poderia escola muito rígida. Eu estou atualmente pretendendo mudar de cidade pelo fato de meu marido já estar lá,e está ficado difícil essa distância,aí estou exitando um pouco pelo fato de estar procurando um melhor método de ensino para ele, e dentre os métodos que você citou estava me interessando pelo método construtivista, e depois do seu post me ajudou bastante, agora já vou fazer a escolha com mais propriedade, obrigada!!! Realmente nós mamães é quem complicamos as vidinhas deles, eles são bem descomplicados e se adaptam fácil fácil…

  12. Luciana Tirelli • em 7 de agosto 2019

    Pri, teria como me passar o referencial teórico que você se baseou para escrever este artigo? Estou desenvolvendo uma pesquisa na área. Grata

    • Priscila Guerreiro • em 12 de agosto 2019

      Oi Luciana! Tudo bem? Então, como contei no post, o texto foi criado com base em tudo o que já pesquisei e já vivenciei sobre o assunto. Como não sou pedagoga, o objetivo do texto, assim como do blog, não era um estudo científico (apesar de achar um tema de pesquisa MUITO interessante para o meio acadêmico.), e sim, um bate-papo sobre o tema com outras famílias.
      Desejo muito sucesso na sua pesquisa! Se puder, depois me envie. Gde beijo, Pri

  13. José Alvino • em 9 de setembro 2019

    Priscila: Bom dia. A sua história é incrível e me permitiu entender os métodos de ensino vigentes aqui no meu estado. Parabéns e muito obrigado.

    • Priscila Guerreiro • em 9 de setembro 2019

      Oi José! Fico feliz pelo seu “feedback”! Muito obrigada pelo retorno!:) Grande abraço! Pri

  14. Dercio Machava • em 25 de outubro 2020

    Muito obrigado pelo texto de apoio, foi muito útil no meu trabalho..

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