18 Abril 2017

Quarto montessoriano para bebê recém-nascido: ter ou não ter berço?

Ambiente Montessoriano | Quarto Montessoriano

Quando começar a aplicar o Método Montessori? Como colocar um bebê recém-nascido para dormir no chão? Essas são algumas das maiores dúvidas das famílias quando decidem criar um quarto montessoriano para os seus bebês e também foram as minhas quando optei por seguir o método com a minha filha .

No post de hoje, respondemos as dúvidas da Cínthia, uma querida leitora do blog, que me perguntou assim:

Tenho muita vontade de aplicar esse método com o meu futuro bebê. Só tenho dúvida se devo começar desde o nascimento ou se espero ele estar um pouco maior… Atualmente, penso em fazer cama compartilhada (mini berço ao lado da minha cama)nos primeiros meses e depois já passar o bebê para a caminha no chão. O que você acha?” 

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No post anterior começamos a falar de forma prática sobre como montar um quarto montessoriano. Nesse post, abordávamos a questão do colchão no chão e como essa prática pode estimular o desenvolvimento da autonomia da criança.

Com a autorização da Cínthia, responderei as dúvidas dela por aqui pois tenho certeza de que essas respostas esclarecerão as dúvidas de muitas outras famílias que decidem seguir o método.

Aproveito para agradecer a Cinthia pelo carinho e por participar tão ativamente do blog.

coracao-pretopngsemfundo-300x300Quando começar a usar o método Montessori com meu bebê?

Quanto à primeira parte da pergunta: sim, você pode aplicar o método desde o nascimento do seu bebê. 

montessori-toca-lola-10Maria Montessori escreveu que o desenvolvimento infantil se dá em “planos de desenvolvimento”, de forma que em cada época da vida predominam certas necessidades e comportamentos específicos.

Sem deixar de considerar o que há de individual em cada criança, o método propõe que se trabalhe as possibilidades de aprendizado para cada fase do desenvolvimento desde o nascimento.

Aqui, no blog, traremos dicas práticas de como o ambiente montessoriano pode estimular a criança em cada faixa etária. Acompanhe!

coracao-pretopngsemfundo-300x300uso de cama compartilhada acoplada (cosleeper) nos primeiros meses

Quanto à questão do uso do mini-berço, minha resposta terá que ser um pouco mais longa… Isso porque, mesmo pesquisando bastante, até hoje, não encontrei nenhum texto de qualidade que abordasse a questão do recém nascido e do uso do colchão no chão, de modo a encontrar uma abordagem técnica sobre a questão (se alguém descobrir, por favor me avise!).

O que a gente mais lê por aí é: o berço é proibido em um quarto montessoriano!  

OK. Entendo e corroboro com a importância de retirar as limitações da criança para que ela esteja livre para explorar o espaço. Mas a questão é: quanto isso tem fundamento para um recém- nascido, que ainda não coordena de forma autônoma os seus movimentos?

Antes, é bom frisar que o que escrevo neste post é baseado na minha experiência como mãe seguidora do método, como designer de interiores e como pesquisadora curiosa pelo assunto. Não sou uma educadora especialista do método, mas espero que possa te ajudar de alguma forma.

Compartilhando a minha experiência

Quando decidi fazer um quarto montessoriano para a Lola, a dúvida sobre o berço esteve presente desde o início (mãe de primeira viagem que ainda inventa usar um método que ninguém conhecia. Muito doida! 😜 ).

Mesmo assim, por toda a minha confiança no método, decidi que não compraria um berço e que faria um quarto fiel ao padrão montessoriano clássico.

Até o momento em que ganhei um mini- berço e um berço tradicional, de duas amigas queridíssimas (mais uma vez: obrigada Michelle e Amanda pelo carinho!).

O que fazer a partir daí? Seguir o rigor ou usar o que eu já tinha nos primeiros meses, até o momento em que a minha pequena começasse a explorar o espaço? Optei pelo bom senso e não me arrependi nem por um minuto. 

Quando a Lô entrou para uma escola montessoriana, aos 8 meses, a primeira coisa que me chamou atenção no Nido I*  foi a existência de dois pequenos berços no fundo da sala.

*Nido”significa ninho em italiano. Em escola montessoriana, é o nome do espaço para crianças que ingressam dos 4 aos 18 meses, completos até o mês de março- se não me engano. Na prática, durante o ano, o espaço poderá ter crianças de 4 meses até quase dois anos e meio.

Curiosa que sou, logo questionei sobre a presença dos berços e a resposta que obtive à época foi que, uma das características da educação montessoriana é que crianças de idades diferentes idades compartilhem o mesmo espaço.

Assim, como eles recebiam crianças muito pequenas (a partir dos 4 meses)por uma questão de segurança, mantinham o berço para a fase de adaptação inicial dos menorezinhos. Mas passada essa fase inicial, logo, logo, todos já estavam dormindo nos colchõezinhos  sobre o tatame emborrachado no chão. 

Algum tempo depois, conversando com a fundadora da escola (que já existe há mais de 35 anos!),descobri que não há registros de que Maria Montessori tenha se posicionado quanto ao uso do berço para recém nascidos e o que se tinha em voga era uma interpretação adaptada do método, com base nos estudos desenvolvidos por ela com crianças maiores.

Pronto! Foi aí que aboli de vez da minha vida o rigor que vemos nos textos que abordam o tema. Acredito que tamanho rigor seja mais uma precaução, na busca pela fidelidade ao método, do que algo construído verdadeiramente em bases científicas.

O Quarto da Lola

Assim, nos primeiros 4 meses, minha filha dormiu junto à minha cama, naquele mini-berço que ganhei. Depois, dos 5 aos 8 meses, passou a dormir no berço maior, já no quartinho dela.

Aos 8 meses, quando entrou para a escola montessoriana, ela já engatinhava bem, dormia na altura do chão e já explorava o seu quartinho livremente e cheia de alegria. Olhem o sorrisão!! 🙂

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Assim, a adaptação dela ao método foi tão boa que, aos oito meses, já desmontamos o berço e o repassamos para outra amiga que estava grávida.

As respostas motoras, sensoriais e cognitivas vieram em uma velocidade impressionante.  Aos 10 meses ela começou a andar. Não sei se foi coincidência, mas acreditamos que a liberdade e o estímulo dados pelo Método Montessori para explorar o espaço realmente potencializaram as conquistas da nossa pequena. Era uma delícia acompanhar essa evolução diária! 🙂

Hoje, se eu tivesse um segundo filho, acredito que não compraria um berço para deixá-lo apenas alguns meses. Apesar de amar o design de muitos berços existentes no mercado (E realmente existem uns incríveis! Liiiindos demais mesmo!), ao optar por um quarto montessoriano, não investiria um valor tão alto para usá-lo por tão pouco tempo.

O que eu faria, certamente, seria optar pela cama compartilhada nos primeiros meses, comprando um mini-berço (ou co-sleeper) para usar ao lado da minha cama.

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Cama compartilhada (Co-sleeper)

Na época, em 2014, ainda não se falava muito sobre “cama compartilhada”, mas foi essa a minha escolha para a Lola e não me arrependo. Dormíamos mais seguras e emocionalmente acolhidas: ela e eu!

Outro aspecto bem importante foi que, como ela mamava no peito (E muito!), era realmente um conforto para mim tê-la tão próxima nas mamadas da madrugada (Sim! Mães também precisam de conforto! E COMO! :)).

Ok! Eu sei que não é muito fácil de achar opções à venda no Brasil, mas os projetos mais simples podem ser facilmente reproduzidos por um bom marceneiro. Inspire-se!

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Caso você também não queira comprar um mini-berço e busque uma opção intermediária, uma boa opção pode ser usar o próprio moisés sobre o colchão nos primeiros dois/três meses.

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De todo modo, antes de fazer a sua escolha, é muito importante que converse com o pediatra do seu bebê sobre as opções disponíveis e ouça a opinião do médico sobre a melhor opção, de acordo com a saúde do seu bebê.

Isso foi o que deu super certo para mim e para minha família. Compartilhando essa experiência, espero ter te ajudado a pensar sobre as opções disponíveis , de modo a encontrar a que melhor se adapta à sua família.

Gente, este posto ficou  meio longo, eu sei…  Mas, como vocês sabem, sou uma entusiasta do assunto. Assim, acabo me empolgando mesmo e esqueço que as pessoas buscam textos curtos na internet. Prometo me esforçar para reduzir os próximos, tá? 😉

 
Este post te ajudou de alguma forma? JÁ CONHECIA O MÉTODO?

Você tem alguma experiência que gostaria de compartilhar conosco?

Comente, CURTA E Participe!

ASSIM, VOCÊ NOS AJUDA A TORNAR a nossa toca um lugar cada vez mais INSPIRADOR! 

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Grande beijo!

Pri Guerreiro

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Fontes: Lar Montessori , Pinterest

35 Comentários

  1. Pati • em 23 de julho 2017

    Adorei o texto, muito interessante e de grande ajuda para quem compartilha do desejo de um quarto Montessori. Parabéns pelo texto, pela experiência compartilhada. Já virei fã do blog!

    • Priscila Guerreiro • em 24 de julho 2017

      Oi Patrícia! Fico muito feliz por esse retorno! Compartilhar essa minha paixão pelo design infantil e pela criação do espaço dos pequenos é realmente o que me move! Grande beijo! 🙂

  2. Vívian Rebouças • em 25 de julho 2017

    Muito bom. Estou grávida do 1o filho e estou muito entusiasmada para fazer o quarto da minha filha do jeito q vc descreveu. Obrigada

    • Priscila Guerreiro • em 26 de julho 2017

      Oi Vívian! Que bom que você gostou! Fico muito feliz com esse “feedback”!:) Parabéns pela gravidez, continue se inspirando por aqui com a gente e muito sucesso com o o quartinho do filhote! Grande beijo!

  3. Rose • em 25 de julho 2017

    Olá muito legal seu post. Adorei mesmo eu tenho as mesmas dúvidas e me ajudou muito. Encontrei no mercado um berço montessoriano da Quarter é um berço que vira cama montessoriana apesar de não ser com colchão no chão. Que achei bem interessante.

    • Priscila Guerreiro • em 26 de julho 2017

      Oi Rose! Obrigada! 🙂 Não conhecia esse berço… Vou pesquisar! Se puder, depois compartilhe com a gente o que achou do berço, tá? Grande beijo!

  4. amanda mota • em 26 de julho 2017

    Olá Priscila! muito bom seu texto, nos da uma luz em meio a tantas expectativas e ideias, estou a espera do meu primeiro filho e encantada pelo metodo Montessori, minha preocupação na verdade é quanto a amamentação, no quarto Montessori não vejo a figura da poltrona, nesse caso fazemos como? no chão mesmo de hora em hora? Você tem alguma ideia ou relatos?

    Obrigada e parabéns pelo conteúdo

    • Priscila Guerreiro • em 27 de julho 2017

      Oi Amanda! Parabéns pela gestação. Obrigada pelos elogios e pelas perguntas.:) Fico muito feliz em ver tanta gente interessada em conhecer e aplicar o Método Montessori e ainda mais feliz por perceber que o blog está sendo um eficiente meio de esclarecimento e de inspiração para tantas famílias que desejam aplicar o método com seus pequenos. Quanto a sua pergunta, ela é bem interessante e é a dúvida de outras leitoras que também já me enviaram o mesmo questionamento … já está anotado e prometo fazer um post específico para esclarecê-la em breve, quando retomaremos o ambiente montessoriano, ok? Um grande beijo!

  5. Carol Queiroz • em 31 de julho 2017

    Priscila, estou grávida do meu primeiro filho e estou pensando em fazer um quarto Montessoriano, mas estou com muita dúvida. A questão é a seguinte: só tenho um quarto extra na minha casa e desejo ter outro filho sem muita demora. Fico c medo de botar duas caminhas no chão e o mais velho aprontar c o menor. Seu q é meio precipitado, mas queria fazer algo já pensando no próximo…

    • Priscila Guerreiro • em 1 de agosto 2017

      Oi Carol! É bom demais ler esse seu retorno! 🙂 Sua questão foi anotada e logo virará um post no blog, ok? Mas já posso te adiantar duas coisas:
      1- muito bacana essa sua intenção de criar um espaço já pensando em como esse ambiente poderá se adaptar a uma nova dinâmica familiar no futuro. Perfeito! Vai facilitar muito a sua vida.
      2- Se você está decidida a seguir o Método Montessori, acredito que realmente não precise se preocupar com a diferença de idade entre os pequenos. Maria Montessori defendia o convívio de crianças de idade diferentes, porém próximas, para assegurar uma atmosfera de aprendizado cooperativo, trabalho em equipe, incentivo à interação social e para o desenvolvimento emocional. Em uma uma escola montessoriana, as classes são sempre de idades mistas, podendo reunir duas ou três faixas etárias. Grande beijo! Pri

  6. Marcia • em 8 de agosto 2017

    Oi!! Adoro seu blog, mas só descobri depois de ja ter montado o quarto da minha pequena e ainda ter comprado um moisés… resultado, dois berços que mal uso (o moises atrasou para chegar e minha filha ja dormia comigo na cama, sem falar que ela é grandona e ama dormir com os braços abertos, resultado: nao deixo no moises porque ela nao tem onde botar os bracinhos e bercinho ta parado)… o outro só uso para ela dormir de dia, mas quero mudar o quarto dela – e estava em busca de saber qual a idade minima para coloca-la no colchao no chao ate que li este aqui 😊 – entao este tb vai ficar perdido… de qualquer forma, ja me apaixonei pelo metodo e vou aplica-lo com certeza! Parabens pela grande ajuda que voce com sua curiosidade nos dá😉

    • Priscila Guerreiro • em 8 de agosto 2017

      Oi Márcia! Fico muito feliz em poder ajudar! Esse seu relato é uma história que vem se repetindo no blog… Algumas mães já me relataram que se apaixonaram pelo método montessori e não sabem mais o que fazer com o berço… Tive uma ideia aqui, por que não começamos uma campanha de doação de berços? Existem muitas instituições carentes que não utilizam o método montessoriano e precisam muito de berços. O que acha? Obrigada pelo carinho! Grande beijo!

  7. Marina Webber • em 8 de agosto 2017

    Oi Priscila! Parabéns pelo seu site, tenho acompanhado suas postagem e gosto muito! Sou arquiteta e meu foco é arquitetura Infantil e tb sou fã do método montessori! Adoro como vc aborda os assuntos, sempre baseados em experiências reais e com muito bom senso. Tenho aprendido muito com vc!

    • Priscila Guerreiro • em 8 de agosto 2017

      Oi Marina!! Obrigada! Esse é realmente o meu maior desejo:que a Toca seja um espaço de constante troca: inspiração e informação com muito afeto. Sucesso para você! Grande beijo.

  8. Larissa • em 12 de agosto 2017

    Minha bebê tem 1 ano e 1 mês e dorme no seu quarto em berço tradicional só que estou pensando em colocar o colchão no chão e fazer o quarto montessori. Minha dúvida é: quanto as trocas como fazer? Sempre troquei ela no trocador em cima da cômoda mas estou me desfazendo dela e não faço a menor ideia como são as trocas nesse estilo de quarto. Como você faz? Troca na caminha? E quanto aos itens para a troca? Estou perdidinha nisso kkk

  9. renata • em 14 de setembro 2017

    oi, amei o post, mas fiquei com uma duvida, como foi a praticidade para vc? tipo, vc trocava ela onde? na sua cama, ou tinha algo alto para trocar? pensando em coluna…rs
    eu ainda não tenho filho, mas estou tentando e quero muito um que meus filhos passem pelo metodo montessoriano.

  10. Danielle • em 16 de outubro 2017

    Oi Priscila, quero te parabenizar pelo blog maravilhoso com ótimas dicas.
    Estou grávida de 4 meses e hoje fiz uma boa pesquisa sobre esse método e estou me apaixonando.
    No entanto, me pintou algumas dúvidas.
    O quando da minha bebê, Maria Flor, é pequeno e no quarto motessoriano não vejo guarda roupas ou cômodas e muito menos poltronas de amamentação, acredito que esses itens sejam importantes, mas estou um pouco perdida em fazer essa adoração.
    Se puder tirar essa dúvida, por favor!♡

  11. Beatriz Carvalho • em 19 de outubro 2017

    Eu estou louca para fazer o quarto da minha bebê assim, mas meu marido não aceita de jeito nenhum. Ele tem medo de acontecer alguma coisa, e ela se machucar enquanto não estamos de olho, ou dormindo.
    Infelizmente não consegui um bom argumento e também tenho medo de acontecer algo, então acho que vamos de berço normal mesmo, até ela crescer

    • Priscila Guerreiro • em 20 de outubro 2017

      Oi Beatriz!! Entendo completamente e o receio do seu marido é totalmente legítimo! Ter um bebê livre é realmente um risco maior e uma grande preocupação dos pais. Mas posso te garantir que um quarto montessoriano a segurança é uma das maiores preocupações e, por isso, ele é bem seguro, eis aqui algumas razões: como tudo é baixinho, na altura do chão, não há risco de queda ( um dos principais causadores de acidentes nessa fase). Outro aspecto importante é que um quarto montessoriano tem poucos móveis e brinquedos, valorizando o espaço livre, e tudo é pensado criteriosamente, o que minimiza o risco de acidentes. O problema maior é que logo o bebê engatinha e não fica só no quarto, né? Por isso, a casa também deve ser preparada, ou utilizada uma medida alternativa, como citei neste post: http://www.tocalola.com.br/quarto-montessoriano-grade-de-seguranca-na-porta/#more-2739 . Enfim, sugiro que leia mais sobre o método e verá que um espaço montessoriano é realmente muito seguro! Grande beijo! Pri

  12. Midiã • em 4 de novembro 2017

    Amei!!! Quero muito fazer o quarto montessoriano para minha filha de 7 e para o bebê que está a caminho e a minha dúvida era usar ou não o berço, agora já sei o que vou fazer…
    Obrigada valeu.

  13. SAMIRA OLIVEIRA • em 8 de novembro 2017

    Boa noite, amei o seu post, estava pesquisando sobre o assunto e totalmente perdida em como montar o quarto do novo bebê. É minha segunda gravidez, com minha primeira filha usei muito pouco o berço convencional, mesmo sem conhecer o método Montessoriano, minha pequena passava a maior parte do tempo em um cantinho especial que havia feito para ela (era uma mistura de tapete sensorial com edredom fofinho, kkkk). O desenvolvimento dela foi muito rápido, andou super cedo e é uma criança super segura, acredito que “deu certo”. Agora que conheço um pouquinho mais sobre o assunto veio a dúvida: como proceder com um recém nascido? O pós parto para as mamães é um pouco complicado também, o abaixar e levantar é o que mais me preocupa. Gostei bastante da ideia do mini berço, acredito que vou aderir. Muito obrigada, beijos.

    • Priscila Guerreiro • em 16 de novembro 2017

      Oi Samira! Que delícia esse seu relato! Não acredito em radicalismos e acho que o embasamento teórico deve andar lado- a- lado com as necessidades da vida prática ou não funciona. O blog surgiu da minha vontade em aliar as minhas pesquisas à experiência prática de mãe. Fico feliz que esteja ajudando outras famílias. Sucesso com o projeto do quartinho do novo baby! Um grande beijo!

  14. Thais Alves • em 17 de novembro 2017

    Olá Priscila, parabéns pelo post e pelo blog! São poucos os lugares que podemos encontrar informações e experiências com o método, e o seu blog vem me ajudando muito. Estou com 24 semanas, à espera da Luiza, mas ainda tenho alguns receios. A minha intenção é, com toda certeza, ter um berço para deixá-la pertinho de mim nos primeiros meses de vida. A princípio tenho olhado alguns mini berços, com a intenção de deixá-la nele até os 6 ou 7 meses, e depois sim usar a cama montessoriana. A questão é a medida dos mini berços: os colchões são de aproximadamente 40 cm de largura por 90 cm de altura. Será que esse tamanho ainda permite um bebê de 6 ou 7 meses? Será que não vale a pena comprar um berço tamanho padrão, ainda que eu deixe de usá-lo em 7 ou 8 meses, como você fez, mas para garantir pelo menos o conforto da minha florzinha até então? Ou arriscar o mini berço e talvez precisar colocá-la na cama montessoriana ainda por volta de 5 ou 6 meses?
    Também é um receio usar a caminha no chão muito cedo. Me ajuda com a sua experiência? Muito obrigada! Grande beijo pra você e sua família!

  15. Valeska • em 11 de dezembro 2017

    Olá Priscila boa noite! Ameeei seu texto. Sou mamãe de primeira viagem, entrando na 15ª semana de gestação. Ao que tudo indica vem uma princesinha por aí *-*
    Estou aqui vivenciando esse misto de amor, medo e ansiedade que pelo que tenho visto é algo eterno na vida das mamães rs e procurando sobre as melhores opções de quartinho encontrei o seu post falando sobre essa novidade que é o quarto montessoriano. Amei sua postagem, amei sua franqueza, e gostaria de agradecer por compartilhar sua experiência conosco. Que Deus abençoe vcs grandemente. Beijos beijos.

    • Priscila Guerreiro • em 13 de dezembro 2017

      Muito obrigada pelo carinho, Valeska! Fico muito feliz em poder ajudar famílias compartilhando as minhas pesquisas e a minha vivência como mãe e designer. É isso o que alimenta e fortalece a Toca Lola! Grande beijo, Pri.

  16. Brenda • em 10 de Janeiro 2018

    Estava em dúvida entre o convencional e o montessori mas depois desse post ficou tudo esclarecido. O mobtessori vale bem mais a pena! Ajudou muito obrigada

    • Priscila Guerreiro • em 15 de Janeiro 2018

      Fico muito feliz em saber, Brenda!! Espero que curta muito esse espaço com o seu pequeno. Você verá como a ausência de barreiras e o estímulo na medida de um ambiente preparado ajudam o desenvolvimento dos bebês! Espero que curta! Gde beijo! Pri

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